As diferenças são enormes... os que crêem, têm um interesse em comum a defender: sua crença(e suas benesses); pois é dela que absorverão benefícios ´prometidos` por Deus, segundo a bíblia. Unem-se, organizam-se, reúnem-se regular e sistematicamente. Já aqueles que, de uma forma ou de outra, renegam o Criador, se dispersam naturalmente. Qual será o porquê? Simplesmente é que, a maioria deles, desacreditam e só! Alguns poucos, pensam diferente. Vêem uma necessidade, uma sede de justiça para com a maioria da humanidade empobrecida de variadas maneiras. Há, incondicionalmente, uma relação intrínseca entre a religião e a riqueza material, entre a fé e o lucro. Por mais que queiram denotar o contrário, no fundo é isso que resta: ganância! Apregoam o desapego aos bens materiais, mas é este o sentido da vida para eles. Estes sim, são os verdadeiros lobos em peles de coelho que a sociedade deveria extirpar de seu meio! Deveríamos expropriar e confiscar seus bens para em seguida julgá-los e condená-los à fogueira como no ´saudoso` passado assim o fizeram. Então, dá pra se concluir que os ´interesses` da Descrença são totalmente desinteressados no sentido torpe da palavra. Quando um ateu discute religião com algum deísta, não o faz com a intenção de conduzi-lo a um outro templo para daí expropriá-lo até deixá-lo à míngua, não! Muito pelo contrário, ele perde seu tempo, desgasta sua garganta e, por vezes, ainda ganha um inimigo... o que é que o fundamentalismo religioso não faz com o ser humano, hein? Castra a sua racionalidade ao ponto de fazer-lhe comer capim com satisfação.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Os Interesses da Crença e da Descrença
As diferenças são enormes... os que crêem, têm um interesse em comum a defender: sua crença(e suas benesses); pois é dela que absorverão benefícios ´prometidos` por Deus, segundo a bíblia. Unem-se, organizam-se, reúnem-se regular e sistematicamente. Já aqueles que, de uma forma ou de outra, renegam o Criador, se dispersam naturalmente. Qual será o porquê? Simplesmente é que, a maioria deles, desacreditam e só! Alguns poucos, pensam diferente. Vêem uma necessidade, uma sede de justiça para com a maioria da humanidade empobrecida de variadas maneiras. Há, incondicionalmente, uma relação intrínseca entre a religião e a riqueza material, entre a fé e o lucro. Por mais que queiram denotar o contrário, no fundo é isso que resta: ganância! Apregoam o desapego aos bens materiais, mas é este o sentido da vida para eles. Estes sim, são os verdadeiros lobos em peles de coelho que a sociedade deveria extirpar de seu meio! Deveríamos expropriar e confiscar seus bens para em seguida julgá-los e condená-los à fogueira como no ´saudoso` passado assim o fizeram. Então, dá pra se concluir que os ´interesses` da Descrença são totalmente desinteressados no sentido torpe da palavra. Quando um ateu discute religião com algum deísta, não o faz com a intenção de conduzi-lo a um outro templo para daí expropriá-lo até deixá-lo à míngua, não! Muito pelo contrário, ele perde seu tempo, desgasta sua garganta e, por vezes, ainda ganha um inimigo... o que é que o fundamentalismo religioso não faz com o ser humano, hein? Castra a sua racionalidade ao ponto de fazer-lhe comer capim com satisfação.
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